terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A gente não quer só comida, A gente quer comida diversão e arte

Curso de Acessibilidade Cultural

"Uma pessoa com deficiência visual sozinha não consegue ver uma obra de arte, então ela precisa de um recurso de acessibilidade, que pode ser a audiodescrição, a reprodução tátil ou a impressão de libras para ter acesso a esse conteúdo estético, artístico e cultural. Mas, para isso, precisamos de pessoas capacitadas que conheçam a legislação e possam fazer essas políticas públicas inclusivas também na área da cultura. Não basta que o local do espetáculo tenha uma rampa de acesso para cadeirante é preciso que as pessoas realmente tenham acesso à cultura", explica a coordenadora do curso, Patrícia Dorneles.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Le handicap, un retard français

L'intégration des personnes handicapées n'a jamais été facile dans la société française. Un rappel historique des difficultés d'adaptation du pays, et d'un combat qui dure depuis 1945.Francetv info

Mis à jour le  , publié le 
S'il y a bien un domaine où la France a du retard, c'est pour s'adapter au handicap. Alors que la loi éponyme est censée poser les bases d'une meilleure intégration des personnes handicapées, notamment en termes d'accessibilité, notre pays reste bien en retard en comparaison de ses voisins. Et ça ne date pas d'hier.
En 1945 déjà, les mutilés de la première et seconde guerre mondiale manifestent pour contester l'insuffisance de leur pension. Le pays a beau créer des écoles pour handicapés moteurs et physiques, les adultes atteints peinent à suivre le rythme d'une société française en pleine évolution.
Dans les années 1960, on pose déjà la question des logements inadaptés, des appartements qui ne conviennent plus aux personnes qui sortent de l'hôpital.

L'adaptation, sur le papier

Mais en 1975, une loi prévoit la création d'habitations adaptées, ainsi que des emplois adaptés dans la fonction publique. Les aveugles et malentendants trouvent leur place dans la culture et les médias, mais l'accès au travail reste très difficile pour les personnes handicapées, malgré la loi Seguin en 1987.

Il faut attendre 2005 pour voir apparaître un vrai texte sur le handicap, qui reconnaît officiellement le langage des signes, et prévoit une aide financière pour les frais quotidiens en fonction des besoins de la personne. La loi annonce enfin un délai de dix ans pour que les bâtiments et transports soient adaptés aux handicapés. Mais aujourd'hui, le résultat est bien mitigé.
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Quels sont les fondements scientifiques du TDAH?

Société agitée, enfant agité ?



Publicado a 12/01/2015
Un entretien (04:41) avec Bernard Golse, pédiatre, pédopsychiatre et psychanalyste, réalisée lors du 7e congrès européen de l’AEPEA "Corps à corps. Souffrances du corps et travail psychique chez le bébé, l’enfant, l’adolescent, la famille et les soignants" tenu à Bruxelles en mai 2014.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

iBrailler Notes traz teclado especial no iPad para pessoas cegas

O aplicativo iBrailler Notes funciona de uma forma simples, colocando o teclado sempre embaixo dos dedos do usuário.

Um projeto de verão da Stanford University de 2011 demorou alguns anos, mas finalmente saiu do papel e tornou-se uma ferramenta super interessante para pessoas com deficiência visual que gostariam de ter um iPad. É o iBrailler Notes, um aplicativo que permite criar, editar e compartilhar notas em braile.

O app funciona de uma forma relativamente simples: ele coloca o teclado sempre embaixo dos dedos do usuário. Cada vez que a pessoa levanta as mãos, o teclado também “se movimenta”, e, de acordo com os gestos feitos pelo usuário, consegue traduzir os comandos para a formação de palavras. Ou seja, ele não fica só na parte inferior da tela, como os teclados normais. O usuário pode “digitar” em qualquer lugar do display.

Ele utiliza o Braille em Inglês de Nível 1, Nível 2 e também o Braille de Computador com Seis Pontos. Como um teclado em braille é bem diferente de um tradicional, foi preciso fazer esta adaptação. Por isso, o app é gratuito, mas os usuários podem assiná-lo por uma tarifa mensal que libera recursos extras. A ideia é torná-lo acessível para que as pessoas testem e, se gostarem, paguem pelo serviço, que não foi fácil de ser feito.

Juntando este aplicativo a outros recursos de acessibilidade, como o próprio VoiceOver, da Apple, que lê o conteúdo da tela para usuários com deficiência visual, este público já passa a ter uma facilidade de utilização dos dispositivos muito maior.
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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Casa de Viver: mães, pais e filhos juntos

Bloco 'Me Segura senão eu caio' pede inclusão de pessoas com deficiência

11/02/2015 18h13 

Agremiação saiu às ruas da Zona Oeste do Recife nesta quarta-feira.
Crianças ganharam ala exclusiva no desfile e curtiram muito frevo.


Ideia de integrar crianças ao bloco partiu do Instituto Arthur Vinicius (Foto: Thays Estarque/G1)

O décimo desfile do ‘Me Segura senão eu caio’, bloco carnavalesco de inclusão de pessoas com deficiência, reservou este ano uma ala exclusiva para as crianças. A agremiação saiu às ruas da Zona Oeste do Recife na tarde desta quarta (11). A concentração ocorreu na Praça Barreto Campelo. De lá, o bloco seguiu para as ruas Dom Manoel da Costa, José Bonifácio e Conde de Irajá em direção à Praça da Torre.


A ideia de integrar crianças ao bloco partiu do Instituto Arthur Vinicius, ONG que atende pessoas com mielomeningocele e hidrocefalia, malformações congênitas que impossibilitam movimentos dos membros inferiores. "Estamos felizes em trazer nossos filhos que nunca puderam brincar o carnaval antes", disse Sandra do Ramo, uma das representantes da entidade.



Para o presidente do ‘Me segura senão eu caio’, André Damião, a participação da criançada é uma alegria para a folia, pois "renova e abrilhanta o carnaval". O Rei Momo e a Rainha do carnaval do Recife prestigiaram a agremiação, que ainda contou com a apresentação do maracatu da Associação de Pais e Amigos das Pessoas com Deficiência do Banco do Brasil (APABB).
Crianças tiveram ala exclusiva no bloco (Foto: Thays Estarque/G1)Maracatu da Associação de Pais e Amigos das Pessoas com Deficiência do Banco do Brasil (APABB) animou o desfile (Foto: Thays Estarque/G1)
Maracatu da Associação de Pais e Amigos das Pessoas com Deficiência do Banco do Brasil (APABB) animou o desfile (Foto: Thays Estarque/G1)ver aqui