quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Série de quadrinhos retrata o drama de quem convive com a depressão

Para o artista norueguês Kristian Nygård não existe uma linha de divisão entre o otimismo e o pessimismo. Esses humores podem viver juntos. Pelo menos em seu projeto de história em quadrinhos intitulado Optipess, nome esse que é justamente a junção dessas duas palavras, em inglês (optimism + pessimism).
Sintomas como depressão e melancolia são temas frequentes neste projeto, que tem recolhido críticas muito positivas, tanto na internet, como na revista mensal Kollektive, onde foi publicado. Optipess já participou também de uma edição especial da versão norueguesa do Le Monde Diplomatique, em 2012, e teve uma de suas tiras convidada pelo jornal Aftenposten, em 2010.
No site do Optipess é possível acessar os arquivos de quadrinhos desde 2008, assistir making of das produções de Kristian, comprar impressões, assim como fazer uma doação para o projeto continuar vivo, ou se tornar um mecenas dele através do Patreon.
Uma discussão e reflexão sempre necessária, para ver nos quadrinhos abaixo:
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Depression

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Combater o "silêncio" da doença crónica



Durante muitos anos, Allie Cashel e Erica Lupinacci sofreram em silêncio. Foram colegas de escola, daquelas que não podem estar dez minutos afastadas, iam a festas, viajavam, partilhavam sonhos e segredos. Eram a melhor amiga uma da outra. Mas havia um assunto que nunca era mandado para cima da mesa. Allie sofria de doença de Lyme, Erica de lúpus. Doenças invisíveis que lhes davam longos silêncios. Por vergonha, por medo de serem discriminadas, de ficarem sozinhas, de serem incompreendidas — milhares de pessoas, como as duas amigas, sofrem de doenças crónicas ou silenciosas sem o partilhar....
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Cuidados continuados de saúde mental entregues a instituições religiosas e misericórdias

Sociedade Portuguesa para o Estudo da Saúde Mental fala de “interesses económicos” e de regresso ao sistema de “asilo”.
A institucionalização dos doentes mentais deveria ser uma excepção, dizem especialistas ADRIANO MIRANDA
O fecho dos três hospitais psiquiátricos, o Miguel Bombarda, em Lisboa, o Centro Psiquiátrico de Recuperação de Arnes e o Hospital do Lorvão, ambos na região Centro, há cerca de seis anos, marcou o fim simbólico de uma filosofia psiquiátrica em que os doentes mentais eram mantidos dentro de muros, e afastados da comunidade.
Foi anunciado que o fecho seria o início de uma nova abordagem na psiquiatria em Portugal, em que é suposto os doentes manterem-se, tanto quanto possível, nas suas casas e nas suas comunidades, com apoio técnico de proximidade. A institucionalização deveria ser uma excepção.
A criação das unidades de cuidados continuados para a saúde mental, tal como existem para doenças não psiquiátricas, seria a base do novo sistema. Mas, até hoje, nunca foram criadas. Previa-se, num decreto-lei de 2010, que existissem desde “residências de treino de autonomia”, e “residências autónomas de saúde mental”, às “de apoio moderado” e “de apoio máximo”.
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Um quinto das crianças institucionalizadas tem deficiência, número pode ser maior

Um quinto das crianças institucionalizadas tem deficiência, número pode ser maior

Uma em cada cinco crianças institucionalizadas tem uma qualquer forma de deficiência sinalizada, um número que pode estar subavaliado, não havendo uma resposta adequada para estes menores ou para as suas famílias, revela um estudo encomendado pelo Parlamento Europeu.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Ebook gratuito aborda os desafios da educação inclusiva e apresenta jogos para integração em sala de aula

Além do material educativo, Playmove conta com diferentes iniciativas voltadas à acessibilidade e à inclusão digital de pessoas com deficiência
Os desafios da educação inclusiva - fornecedor da imagem não ofereceu descrição
Instituições públicas e privadas têm até o dia 2 de janeiro de 2016 para se adaptarem à  Lei Brasileira de Inclusão, sancionada  no final de agosto deste ano. A lei implica em uma reformulação de toda a legislação brasileira, desde o Código Eleitoral até o Estatuto das Cidades. O direito ao ensino de qualidade que atenda às necessidades de crianças com deficiências é um dos temas abordados na nova lei e torna urgente a adequação de escolas e profissionais da educação para promover uma educação mais inclusiva. Para auxiliar gestores do setor neste processo, a Playmove lançou um ebook que apresenta os principais desafios para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência, assim como jogos que favoreçam a integração em sala de aula. O material pode ser baixado gratuitamente no site da empresa, neste link.

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