domingo, 22 de março de 2015

VIDEO. Les aveugles dénoncent les discriminations avec humour

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Des personnes aveugles ont manifesté ce matin du 12 mars devant l'Assemblée nationale, pour condamner la discrimination qu'ils subissent dans certains lieux publics et magasins


Réagir avec humour face à la discrimination quotidienne. C'est l'idée derrière ce clip qui montre les difficultés rencontrées au quotidien par les aveugles qui n'ont pas accès à certains magasins, musées ou taxis parce qu'on refuse d'accepter leur chien, qui leur est pourtant indispensable.
Sylvie Duchateau, de l'association nationale des maîtres de chiens de guides d'aveugles, témoigne : "dans certains restaurants, on m'a dit 'mais vous vous rendez compte pour les clients, voir un chien ici, ils voudront jamais revenir.'"

La loi autorise les chiens d'aveugle

Une loi de 2005 rend pourtant obligatoire l'accès des chiens d'aveugles dans tous les lieux publics. Dans les faits, la législation n'est pas vraiment respectée. Les associations spécialisées estiment d'ailleurs que 18,8% des hôpitaux, 11% des médecins et 45% des salles de sports refusent leur accès aux chiens d'aveugle.

sábado, 21 de março de 2015

O Dia Internacional da Síndrome de Down e a quebra de paradigmas

Exclusão - um círculo de prendedores de roupas iguais deixa de fora um diferenteLogotipo da Inclusive. A palavra inclusive entre parênteses subscrita pelos termos inclusão e cidadania.
sábado, março 21, 2015

Por Guga Dorea

A Down Syndrome International propôs o dia 21 de março como sendo o Dia Internacional da Síndrome de Down. Mas comemorar o que, para que e por quê? Segundo evidências apontadas pela história da medicina, a descrição dessa síndrome apareceu pela primeira vez em 1862. Foi quando o médico britânico, John Langdon Down, apresentou cientificamente o que ele denominou como doença degenerativa.
Fortemente influenciado pelas teorias racistas da época, Langdon Down apontou para a possibilidade de algumas pessoas estarem retornando a uma condição racial concebida como primitiva, muito próxima à fisionomia dos Mongóis que, segundo o cientista, viviam em um “estado regressivo da evolução”.
Langdon Down afirmou ainda que os “mongoloides” só conseguiriam sair de sua condição de “inacabados” com um treinamento especializado. Pensando no filósofo Michel Foucault, foi no período denominado como modernidade, sobretudo entre o século XVIII e meados do XX, que práticas constantes de disciplinalização foram sendo colocadas em prática contra todos que eram rotulados de “degenerados” e “desgarrados” da “boa e coesa” sociedade capitalista.
Essa divisão dos seres humanos entre “normais” e “anormais” chegou a seu ponto máximo no período do nazismo. Em um programa chamado Aktion T4, os nazistas passaram a exterminar todas as pessoas concebidas na época como “perigosas”.
Com a derrocada do Nazismo e a vitória dos aliados, tanto na Europa, como nos EUA, começou-se a pensar na inclusão social e escolar. No entanto, ainda tendo como pano de fundo o modelo da homogeneidade e não o da heterogeneidade.
Apenas em 1959, o cientista Jerome Lejeune descobriu que a Síndrome de Down é causada pela trissomia do cromossomo 21. Daí a comemoração nesse dia. Mas para essa justa homenagem não se transformar em mais um enfeite no calendário das infinitas outras comemorações espalhadas pelo planeta, é necessário o rompimento do paradigma que separa as pessoas em iguais e diferentes.
Caso contrário, mesmo que positivemos o “diferente”, a tarefa dos que não se adequam continuará a de ser uma cópia, a mais perfeita possível, desse modo de ser e de se comportar padronizado e único. Para estarem aptos a viverem no seleto mundo da normalidade, ainda terão que se adequar a um protótipo excludente da igualdade.
Pensando de outra maneira, para oferecer oportunidades iguais para todos, temos que tratar as pessoas de uma forma diferente. E isso independe da pessoa ter ou não a Síndrome de Down, ou outra das rotuladas como deficiência.
Temos sim que comemorar os inquestionáveis avanços dos últimos tempos. Por outro lado, é importante enfatizar: continuaremos a exercer uma forma – muitas vezes sútil e imperceptível, de preconceito, enquanto não for quebrado o paradigma de que “eles” são diferentes de “nós” – os denominados “iguais”. É imaginar também que não há diferenças entre os chamados “sem deficiência”.
Dessa forma, o estigma do “diferente” continuará a ser um obstáculo para que cada pessoa com a Síndrome de Down tenha a sua própria singularidade, como se não houvesse diferenças entre eles. Muitos ainda pensam que todas elas serão “eternas crianças” e jamais se tornarão adultas. Esse é um dos grandes mitos que precisa ser rompido.
É o mesmo que dizer: todos os indígenas são igualmente “diferentes” do modelo ideal de sociedade, representado aqui pelo homem branco e “civilizado”. Essas e muitas outras formas de discriminação continuarão a existir se não derrubarmos mais esse muro, que separa os seres humanos em dicotomias excludentes, como normal/anormal; igual/diferente; civilizado/selvagem, entre muitas outras.

Minuto Acessível: 61,5% versus 38,5%

Minuto Acessível: 61,5% versus 38,5%: a) Calçada, tradicional, à semelhança do que já existe b) Outro tipo de pavimento contínuo, mais moderno e seguro ...


As pessoas foram chamadas a "decidir algo que diz respeito ao seu quotidiano, à sua vida diária” e os nossos concidadãos de Campolide esqueceram o Sec.IX e votaram numa solução compatível com o Sec.XXI. Perceberam que a calçada, ainda que tradicional e de grande valor patrimonial, já não se adequa às exigências atuais.

Ao PÚBLICO, o presidente André Couto explica que quer que a decisão agora tomada tenha “rapidamente” um reflexo prático no terreno, adiantando que as primeiras obras de substituição da calçada por outro piso deverão ter início “até ao final do ano”. A Rua de Campolide e a Rua General Taborda são duas das artérias apontadas como prioritárias pelo autarca.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Monalisa e outras obras-primas ganham versão 3D para cegos

Velazquez - museu do prado
Como é a Monalisa, obra-prima de Leonardo da Vinci? No Museu do Prado, um dos mais importantes do mundo, pessoas com deficiência visual podem tocá-la, sentir seus contornos, desbravar suas texturas e conhecer as feições do quadro.
O museu espanhol abriga, até o dia 28 de junho, a exibição “Tocando o Prado” , com seis réplicas de quadros de artistas renomados feitos em 3D.
Com as pontas dos dedos é possível conhecer também os trabalhos de Corregio (Não me Toque), Diego Velázquez (A Forja de Vulcano), Francisco de Goya (O Guarda-sol), El Greco (O Cavaleiro com a Mão no Peito) e Juan van der Hamen y León (Ainda Vida com Alcachofras, Flores e Recipientes de Vidro).

terça-feira, 3 de março de 2015

Entrevista ao "Agora Nós" da RTP no dia 26fev2015


Publicado a 28/02/2015
Continuo a luta pelo direito a uma Vida Independente. Luto pelo direito a escolher onde e como viver e não ser institucionalizado compulsivamente como é desejo do Estado português.
Mais informação: http://tetraplegicos.blogspot.pt/2015...

Le groupe PKN a été sélectionné par le public finlandais, récoltant 37% des votants à l'issue de la finale nationale, samedi


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Après avoir remporté l'Eurovision 2006 avec un groupe de heavy metal déguisé en monstres, la Finlande continue de surprendre avec des candidats qui sortent de l'ordinaire. Pour la prochaine édition, le pays sera représenté par PKN, un groupe punk composé de quatre membres tous atteints d'autisme et de trisomie 21. Le groupe a été sélectionné, samedi 28 février, lors de la finale nationale, récoltant 37% des votes.

"Juste des gars normaux avec un handicap mental"

Ils interpréteront la chanson Aina mun pitää (Chaque fois que je le dois), qui traite du fait de se laver et de manger correctement. Niveau musique et format, pas de doute, il s'agit bien de punk-rock : un titre expéditif (qui tient en 90 secondes), une guitare saturée, une poignée d'accords et une voix rocailleuse. "Notre style, c'est le punk-rock. Nous n'en changerons pour personne car c'est comme ça qu'on est", a déclaré le bassiste du groupe, Sami Helle, au quotidien britannique The Guardian (en anglais).
PKN n'est pas un groupe de débutants. Les membres ont la quarantaine, ils ont déjà sorti cinq EP (des disques contenant quelques titres) et un album. Créée en 2009, la formation a été au cœur d'un documentaire, The Punk Syndrome, en 2012, qui a reçu de nombreuses récompenses. Le groupe tient à apporter un regard différent sur les handicaps. Le bassiste est formel : "Nous ne voulons pas que les gens votent pour nous par pitié, nous ne sommes pas si différents des autres, juste des gars normaux avec un handicap mental."
ver aqui