segunda-feira, 31 de março de 2014

Visionária, ou coincidência ???


“... A Comunidade Europeia Vai Ser um Logro
As primeiras décadas do próximo milénio serão terríveis.
Miséria, fome, corrupção, desemprego, violência, abater-se-ão aqui por muito tempo.
A Comunidade Europeia vai ser um logro.
O Serviço Nacional de Saúde, a maior conquista do 25 de Abril, e Estado Social e a independência nacional sofrerão gravíssimas rupturas.
Abandonados, os idosos vão definhar, morrer, por falta de assistência e de comida.
Espoliada, a classe média declinará, só haverá muito ricos e muito pobres.
A indiferença que se observa ante, por exemplo, o desmoronar das cidades e o incêndio das florestas é uma antecipação disso, de outras derrocadas a vir.” 

Natália Correia, citada por Fernando Dacosta in 'O Botequim da Liberdade' 

Bragança-Miranda: Diocese cria serviço para pessoas com deficiência




Bragança-Miranda: Diocese cria serviço para pessoas com deficiência

A minha dúvida: é um serviço separado ou inclusivo?


Objetivo é «não deixar ninguém de fora»

Bragança, 27 mar 2014 (Ecclesia) - A Diocese de Bragança-Miranda criou o Serviço Diocesano da Pastoral para pessoas com deficiência que tem como objetivo “não deixar ninguém de fora do Mistério de Cristo”.
“A diocese é uma casa de todos, uma casa de inclusão, ninguém pode ficar de fora. Olhamos para as pessoas com deficiência como aquelas que são diversamente hábeis e a nossa preocupação é como comunicar o Mistério de Cristo, a beleza do Evangelho num registo que todos possam entender e em que todos possam participar, sem que ninguém fique excluído. Criámos este serviço da Pastoral a pessoas com deficiência nessa mesma linha, para que todos nos sintamos responsáveis por todos e não deixemos ninguém para trás nem ninguém excluído”, explicou D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda ao jornal do ‘Mensageiro de Bragança’.
“Já há muitas respostas sociais da diocese, algumas ligadas diretamente à Igreja, outras de outras associações mas queríamos que houvesse uma coordenação e, sobretudo, uma evangelização, não apenas direcionada para as instituições mas para as pessoas”, frisou.
Este Serviço Diocesano da Pastoral dedicado a pessoas com deficiência vai ser coordenado pelo padre Fernando Fontoura.
MB/MD


A Rome, succès d'un restaurant qui emploie des trisomiques

II Campaña global sore el Derecho a tomar tus propias decisiones sp (+li...



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sexta-feira, 28 de março de 2014

Qualidade de vida dos formandos deficientes deve ser uma aposta

O investigador Carlos Veiga defendeu, esta sexta-feira, que as instituições que dão formação a deficientes devem apostar mais em práticas que promovam a qualidade de vida no dia-a-dia, para que haja uma efectiva inclusão social.
"Devem alterar o paradigma formativo para dar mais atenção àquilo que é a qualidade de vida do quotidiano dos formandos do que, ainda que sem deixar de o fazer, às questões laborais", disse à Lusa o docente da Universidade do Minho.
Carlos Veiga coordenou um estudo sobre o impacto da integração profissional na qualidade de vida das pessoas com deficiência, hoje apresentado nas instalações da Associação de Paralisia Cerebral de Viseu, que nele participou juntamente com outras cinco instituições do país.
O estudo, que partiu de um desafio lançado pela Formem - Federação Portuguesa de Centros de Formação Profissional e Emprego de Pessoas com Deficiência, envolveu uma amostra de 36 ex-formandos (seis de cada instituição), que estão inseridos no mercado de trabalho e foi feito por uma equipa de cinco investigadores das universidades do Minho e de Évora.
O estudo mostrou que os ex-formandos têm "muitas vezes dificuldades em construir, manter e dinamizar relações de amizade significantes" e que o convívio extra laboral é normalmente "esporádico, de curta duração e sem diversificação de locais".
No que respeita às relações amorosas, "sentem muita dificuldade" em entrar nelas, sendo que apenas oito tinham namorada ou companheira. Segundo o estudo, "a maioria dos relacionamentos é de curta duração e de nível muito elementar", sendo que 78% dos ex-formandos nunca se tinha envolvido em relações amorosas.
Estes resultados levam Carlos Veiga a questionar se as políticas e as práticas das organizações formadoras "estão a cumprir o paradigma mais actual da inclusão das pessoas com deficiência, que é o acesso à qualidade de vida". "Isso significa ter uma vida autónoma, independente, com participação social e cívica. Não é entrar no mercado de trabalho, ganhar um dinheiro e a vida permanecer igual. A entrada no mercado de trabalho tem de trazer mais qualidade de vida", defendeu.
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