segunda-feira, 6 de julho de 2015

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Áreas turísticas terão calçadas acessíveis e seguras - em São Paulo

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...O entorno do estádio Itaquerão, uma das sedes dos jogos da Copa 2014, também ganhará calçadas acessíveis A Lei 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social e já foi considerada a mais inclusiva das Américas por fazer com que o Estado assuma a responsabilidade pela pessoa com deficiência. Ainda assim, quase metade das cidades brasileiras não tem estrutura de acesso para pessoas com deficiência nos prédios de suas prefeituras. Este é o resultado da pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros feita e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo os números divulgados, 42,6% das cidades dizem não ter nenhum dos 13 itens listados e apenas 3,8% apresentam seis ou mais deles. Dos 5.564 municípios brasileiros, apenas 3.195 declararam ter alguma estrutura para deficientes. Para mudar este quadro, a prefeitura de São Paulo anunciou que as calçadas da rua da Consolação, rua Maria Antônia, da região da 25 de Março, do Mercado Municipal e do Parque do Ibirapuera iriam passar por reformas, bem como outros quatro locais, ainda não definidos, que seriam enquadrados no conceito de “rota acessível”. E isso deveria ter sido entregue até julho de 2014. As calçadas terão interligação com transporte público acessível e serão instalados semáforos sonoros e rampas de acesso a cadeirantes. Outra região que estava nos estudos para ganhar novas calçadas é o entorno do estádio Itaquerão, uma das sedes dos jogos da Copa 2014, que fica situado na zona leste da cidade. O recurso total é de R$ 19,5 milhões, repassados do Ministério do Turismo para a Prefeitura de São Paulo. No plano de metas da gestão, o prefeito Fernando Haddad se comprometeu a tornar acessível 850 mil m² de calçadas. Esperávamos que este fosse o primeiro passo de uma caminhada em prol da acessibilidade e que sirva de exemplo para outras cidades, mas não foi desta vez. Afinal, a já mencionada Lei 7.853, por seu conteúdo que dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social, já foi considerada a mais inclusiva das Américas ao fazer com que o Estado assuma a responsabilidade pela pessoa com deficiência. Ainda assim, no Brasil, este assunto só começou a ser realmente debatido nos últimos dez anos. Segundo Teresa Costa d’Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), “a pessoa com deficiência, no Brasil, vive uma situação de não cidadão” já que o país não garante a esta população os direitos básicos – o de ir e vir, a possibilidade de locomoção, o acesso à escola e ao trabalho. (Fonte: Folha de São Paulo)

Minuto Acessível: A cor dos meus sapatos

Minuto Acessível: A cor dos meus sapatos: E se a cor dos seus sapatos o impedisse de aceder a uma parte da cidade? “Como se sentiria se não pudesse entrar numa loja por te...



E se a cor dos seus sapatos o impedisse de aceder a uma parte da cidade?

“Como se sentiria se não pudesse entrar numa loja por ter sapatos castanhos? Ou olhos azuis? Ou mesmo um fato verde?”

domingo, 5 de julho de 2015

Férias - Público - Daniel Sampaio

DANIEL SAMPAIO
Começou o Verão, o tempo tem estado muito bom, os exames estão a terminar, as famílias começam a pensar em férias. E é bom que assim seja, embora nunca possamos esquecer que, para muitos portugueses desempregados ou com pouco dinheiro, a simples ideia de uns dias descansados fora de casa seja uma angustiante impossibilidade.
Nos empregos, os pais (quase sempre as mães) aparecem com os filhos, quando as chefias são compreensíveis e as administrações fecham os olhos. Vemos então crianças e adolescentes mais ou menos contrariados, a transportar fichas de trabalho escolar que raramente utilizam ou a disfarçar a vontade de espreitar o computador do serviço. Alguns fazem desenhos coloridos, experimentam colagens a partir de revistas utilizadas a medo ou brincam com alguém da mesma idade que também não ficou em casa. Os pais vivem com ansiedade esses momentos e o seu próprio desempenho deve ressentir-se, porque o tempo passa devagar, a dividir-se entre tomar conta do filho ou obedecer ao chefe. A colega do lado, que há muitos anos casou com o trabalho e não tem crianças a seu cargo, murmura desabafos críticos com o funcionário divorciado que só vê os filhos aos fins-de-semana e não tem necessidade de os ter por ali: embora sorriam para os mais novos, na verdade não gostam que lá estejam, fazem barulho e mexem no computador, nos clips e nos papéis, quem sabe se foram eles que perderam aquele pequeno recado escrito que a chefe acabou de deixar.
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Junta médica não reconhece dependência de jovem com 100% de incapacidade

Segurança Social
Uma junta médica concluiu que um jovem de Bragança com uma incapacidade atestada de 100 por cento não se encontra em situação de dependência, levando ao indeferimento de um apoio financeiro da Segurança Social. 

O caso foi denunciado pela mãe e confirmado à Lusa pela Segurança Social de Bragança, que adiantou que vai reanalisar o processo e sensibilizar os médicos para a situação do jovem de 24 anos que nasceu com esclerose tuberosa e é o caso da doença com “maior comprometimento, 100 por cento de incapacidade, no país”. 

Os comprovativos constavam do processo de pedido de complemento de dependência feito, em maio, à Segurança Social, mas a médica que viu Hélder quando foi chamado ao Sistema de Verificação de Incapacidades concluiu que o jovem não está dependente de ninguém.
“Podia aceitar qualquer argumento, mas não ter sido verificada a situação de dependência, isto para mim é uma ofensa”, desabafou à Lusa a mãe Manuela Gomes, que há 24 anos se dedica inteiramente ao filho.
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Qual a sua virtude? Mara Gabrilli - 4517